domingo, maio 22, 2022
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Análise: excesso de capricho estraga atuação consistente do Vitória

Sabe-se que a questão psicológica é determinante na campanha desastrosa que o Vitória faz dentro de casa nesta Série A. Não é exagero pensar que ela foi testada logo aos três minutos, quando Ribamar se desgarrou de Fillipe Soutto e abriu o placar. Os minutos seguintes foram de nervosismo e tomadas de decisões equivocadas, com muitos cruzamentos precipitados, principalmente com Caíque Sá, muito acionado na direita. Em 15 minutos, foram 10, sendo nove errados.

Aos pouquinhos, o Vitória foi virando a chave. Em vantagem, o Atlético-PR recuou suas linhas e viu seu campo defensivo ser ocupado pelos donos da casa. Wallace e Ramon, os dois zagueiros, jogavam no campo ofensivo, participando da construção do jogo. O Leão rodava a bola com tranquilidade até encontrar os espaços.

Em um lance que terminou com arremate de David defendido por Weverton, o Vitória havia trocado passes por quase dois minutos.

David arrisca para o gol e Weverton faz a defesa

David arrisca para o gol e Weverton faz a defesa

O gol era questão de tempo e saiu como tinha que ser, pela direita, após jogada de Caíque Sá: o lance terminou em pênalti, que Neilton converteu.

Mal o segundo tempo começou e Tréllez encheu o torcedor rubro-negro de esperança. Aquela quinta-feira seria diferente, seria dia de espantar a má fase dentro de casa. Atenção para a jogada de David, que fazia mais um ótimo jogo.

David faz boa jogada e rola para Tréllez marcar

David faz boa jogada e rola para Tréllez marcar

A superioridade rubro-negra era evidente. O terceiro gol parecia mais próximo do que o empate do rival. A equipe de Mancini se aproximava daquilo que de melhor o técnico podia querer, propondo o jogo como não lhe é de costume, e perigoso nos contra-ataques, essa, sim, arma bem conhecida. Foi aí tudo começou a ruir…

Confira abaixo arremate de David após contra-ataque do Vitória.

Neilton é acionado e bate para fora

Neilton é acionado e bate para fora

A superioridade fez com que os jogadores do Vitória caíssem numa armadilha que costuma ser fatal: acharam que poderiam decidir o jogo na hora que bem entendessem. Daí foi um toquinho a mais aqui, outro de calcanhar ali, um drible a mais para a jogada sair bonita na fita acolá.

Aqui, uma jogada de David que representa bem esse momento do jogo. Que fique claro que não é o atacante o grande vilão da história. Ele apenas fez parte dessa engrenagem.

David tem chance de finalizar e tenta mais um drible

David tem chance de finalizar e tenta mais um drible

Apenas sete minutos depois desse lance, Tréllez recebeu a bola no meio-campo, tinha a possibilidade clara do contra-ataque, mas pecou pela falta de objetividade, perdeu a bola e iniciou a jogada do gol de empate do Furacão, que pegou a defesa do Vitória completamente desorganizada.

Confira no vídeo abaixo o gol de empate do Furacão.

Sozinho dentro da área, Douglas Coutinho marca o gol de empate

Sozinho dentro da área, Douglas Coutinho marca o gol de empate

Aí, sim, a questão psicológica voltou à tona. O terceiro gol foi a última pá de cal, porque a organização em campo já havia se perdido.

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