terça-feira, maio 17, 2022
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Após taça do Mundial, Justiça determina penhora de premiação do Corinthians por vice do Paulista

Se não bastasse perder o título paulista para o rival Palmeiras, o Corinthians também não conseguirá embolsar o valor total da premiação pelo vice-campeonato estadual.

Em decisão proferida na última terça-feira, o juiz Fernando Luis Nardelli, da 3ª Vara Cívil de São Paulo, determinou a penhora de R$ 1,59 milhão que o Timão tem a receber da Federação Paulista de Futebol pela segunda colocação.

O bloqueio judicial é devido a um processo movido pelo Instituto Santanense de Ensino, a mesma faculdade que em 2018 e em 2019 conseguiu a penhora da taça do Mundial de Clubes de 2012.

O Corinthians ainda pode recorrer da decisão. Procurado por meio de assessoria de imprensa, o clube não se manifestou até a publicação dessa reportagem.

A Federação Paulista de Futebol paga R$ 1,65 milhão ao vice-campeão estadual. Assim, num primeiro momento, o Timão só deve ficar com aproximadamente R$ 60 mil.

Jogadores do Corinthians durante as cobranças de pênaltis na final do Paulistão — Foto: Rodrigo Coca / Ag.Corinthians

Jogadores do Corinthians durante as cobranças de pênaltis na final do Paulistão — Foto: Rodrigo Coca / Ag.Corinthians

A disputa judicial entre as partes começou em 2008, quando o Instituto Santanense de Ensino acionou o Corinthians na Justiça com o argumento de que o clube dificultava o acesso a alunos e funcionários a um campus que funcionava no Parque são Jorge.

Na primeira decisão, de 2010, o clube foi condenado a indenizar a instituição em R$ 2,48 milhões. Desde então, o valor passou por correções.

Além da taça do Mundial, a faculdade tentou bloquear rendas de bilheterias, da venda de Rodriguinho e a premiação pelo vice-campeonato da Copa do Brasil de 2018.

Quando o troféu foi penhorado, o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, reclamou de que se tratava de uma “ação midiática” da instituição que processa o clube.

O Timão obteve uma liminar suspendendo a penhora da taça, no fim de 2018. Após isso, em novembro daquele ano, diretores do clube e da faculdade chegaram a dar uma entrevista coletiva juntos, na qual disseram que as desavenças tinham ficado para trás.

O processo, porém, continuou até que a nova penhora fosse expedida na última terça-feira.

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