terça-feira, maio 17, 2022
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Baiana Ana Marcela Cunha entra no mar nesta terça como uma das favoritas ao ouro

Ana Marcela Cunha entra no mar nesta terça-feira, 3, em busca de mais uma medalha para a Bahia em Tóquio. A baiana é a única representante brasileira – entre homens e mulheres – na maratona aquática dos 10 km e nadará como uma das favoritas ao pódio. A prova será realizada em bateria única, já valendo medalha, às 18h30 (horário da Bahia).

>> Quadro de medalhas de Tóquio 2020

A atleta chegou a se classificar para disputar outra prova em Tóquio (os 1500m livre na piscina, também considerada de longa distância), mas decidiu abrir mão para se resguardar na modalidade em que é especialista.

Esta será a quarta vez que a maratona aquática dos 10 km fará parte dos Jogos. Mesmo com apenas três edições olímpicas disputadas, o Brasil já fez história na modalidade. Na última olimpíada, Poliana Okimoto faturou o bronze em casa, na praia de Copacabana. A conquista representou também a primeira medalha feminina para o Brasil nos esportes aquáticos, que veio de forma inusitada, pois a princípio Poliana havia terminado a prova em quarto lugar, mas viu a francesa Aurielle Muller ser desclassificada.

Ana Marcela, que esteve naquela prova, já é figura carimbada no evento. Esteve na estreia da modalidade em Pequim-2008, na Rio-2016 e agora em Tóquio. Só não contou presença em Londres-2012.

Histórico de campeã

O ciclo olímpico da nadadora é apontado por muitos como perfeito. A baiana tem uma carreira muito bem sucedida e cheia de credenciais. Seria possível encher parágrafos citando todas suas conquistas, que, entre algumas, constam 33 medalhas de ouro, 16 de prata e 17 de bronze nas etapas dos mundiais da Fina (Federação Internacional de Natação), um recorde; ouro nos Jogos Pan-Americanos; prata na travessia Capri-Napoli (chegando na frente dos atletas do masculino); dentre diversos outros triunfos.

Sem contar no desempenho recente da atleta. Nesta temporada, Ana Marcela foi ao pódio em todas as provas que disputou como preparação para os Jogos Olímpicos. Foram duas medalhas de ouro e uma de prata. Portanto, a brasileira chega a Tóquio buscando a única medalha que lhe falta e parece que chegou a hora do “Agora vai!”.

“Por tudo que conseguimos executar durante esses anos de muita dedicação, me sinto preparada tanto física como psicologicamente para entrar de igual para igual com minhas adversárias na disputa olímpica. Nosso objetivo é trazer uma medalha para o Brasil”, animou a nadadora.

Para Igor de Souza, que hoje é treinador, mas foi o único nadador sul-americano a atravessar o Canal da Mancha ida e volta (cerca de 72km), Ana é favorita. Ele lembra, no entanto, o fator imprevisibilidade da prova. “Se fosse um circuito com cinco provas de 10km, apostava todo meu dinheiro na Ana Marcela e ia ficar rico. Mas como é uma prova só, um dia, tem de acertar a estratégia, condições do clima, ninguém arrisca, deixam tudo para o último ataque. No caso dela há uma grande expectativa. Vou torcer, rezando, berrando, para ela conquistar o ouro, importante para ela por tudo que passou, para o país e pelo nosso esporte”, falou.

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