segunda-feira, maio 16, 2022
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Brasileiro da natação busca medalha e vaga na Comissão de Atletas do IPC

A Cidade do México terá dupla importância para o brasileiro Phelipe Rodrigues. Integrante da deleção do país no Mundial de natação paralímpica, previsto para ser realizado entre 30 de setembro e oito de outubro, mas ameaçado após o terremoto da última terça-feira, o pernambucano também briga por um lugar na Comissão de Atletas da modalidade no Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês). A eleição ocorre entre os dias 29 de setembro e primeiro de outubro. Apenas cinco dos 11 candidatos serão escolhidos.

Rodrigues é o único brasileiro na disputa. Os outros dez concorrentes são: Matthew Levy (AUS), Sven Decaesstecker (BEL), Nicholas Guy-Turbide (CAN), Antti Latikka (FIN), David Smetanine (FRA), Matthew Wylie (GBR), Tamás Sors (HUN), Inbal Pezaro (ISR), Theresa Rui Si Goh (CIN) e Anna Eames (EUA).

O conselho tem como função trazer a visão dos atletas em questões relativas à modalidade. Um representante do grupo será eleito para participar de reuniões técnicas no quadriênio 2018/2021.

Aos 27 anos e com sete medalhas paralímpicas no currículo – sendo quatro delas na Rio-2016 – o veterano afirma que o esporte paralímpico brasileiro já avançou, mas que ‘muita coisa ainda precisa melhorar’.

– O esporte brasileiro, principalmente paralímpico, vem crescendo muito desde 2004 mais ou menos e atualmente está muito melhor, em questão de visibilidade e investimento. Porém , ainda tem muita coisa que precisa melhorar. Se for comparar com o esporte olímpico, digamos que a gente tenha 40% do que eles tem hoje. Nada melhor do que um atleta ali falando sobre isso, o que precisa melhorar qual medida tomar para determinada competição – afirma Phelipe, que completa:

– Por isso que eu estou me candidatando no Conselho de Atletas do IPC. Acredito que eu, por ter participado de competições com atletas com e sem deficiência, tenho uma experiência muito grande em relação a isso.

O pernambucano competiu, em 2004, com nadadores sem deficiência, chegando a estar estre os cinco melhores no Campeonato Brasileiro Juvenil de 2006. Ele ingressou no paradesporto em abril de 2008.

Além disso, o nadador ressalta que a recente eleição do carioca Andrew Parsons para a presidência do IPC pode pesar a seu favor.

– Acredito que tendo esta pequena vantagem, acho que seria um pouco mais acessível estar fazendo parte dessa ligação entre atletas e IPC. Eu sempre tentei ajudar, não só na minha vida como atleta, mas também como pessoa.

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