domingo, agosto 7, 2022
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Chile 1962: bicampeonato mundial da Seleção Brasileira completa 60 anos

No Chile, Mané Garrincha liderou o Brasil a seu segundo título na história; relembre a campanha

Copa do Mundo de 1962 - Estádio Nacional

O Estádio Nacional de Santiago explodiu em palmas quando, há 60 anos, Mauro ergueu a taça Jules Rimet. Era a consagração da Seleção Brasileira, que conquistava o seu segundo título na Copa do Mundo FIFA Chile 1962. Foi num dia 17 de junho que o Brasil derrotou a Tchecoslováquia por 3 a 1 e garantiu o bicampeonato mundial. Os gols da Seleção na final foram marcados por Amarildo, Zito e Vavá. Masopust fez o único gol europeu na decisão.

Bicampeonato à brasileira

Apenas quatro anos depois de finalmente se sagrar campeão do mundo, o Brasil repetiu a dose na Copa do Mundo FIFA Chile 1962. A conquista veio com a manutenção de boa parte do time campeão na Suécia, como Didi, Garrincha e Zagallo, mas também contou com alguns novos jogadores. Do time que começou a final contra a Tchecoslováquia, por exemplo, apenas o atacante Amarildo não estava na Copa do Mundo de 1958. E ele cumpriu um papel muito importante no Mundial.

O Possesso no lugar do Rei

Pelé já chegou ao Chile com o status de Rei do Futebol. Um dos melhores jogadores do mundo à época, era ele quem carregava a responsabilidade de levar o Brasil ao bi. Mas o Rei se machucou no segundo jogo da Copa do Mundo, e não entrou mais em campo na campanha. Coube a Amarildo, que atuava no Botafogo, substituí-lo no time de Aymoré Moreira. A resposta do “Possesso”, como era chamado, veio logo na partida seguinte. Com dois gols, o atacante liderou o Brasil na vitória por 2 a 1 sobre a Espanha, que garantiu a vaga da Seleção na próxima fase. Ele voltaria a marcar na final, contra a Tchecoslováquia, imortalizando-se como um dos grandes jogadores brasileiros da Copa do Mundo.

O Anjo das Pernas Tortas

Amarildo se destacou muito, mas o grande nome da Seleção na Copa do Mundo foi Mané Garrincha. Eleito como o melhor jogador do torneio, o atacante assumiu toda a carga deixada por Pelé e foi a referência brasileira na Copa. Com quatro gols marcados, foi artilheiro da Copa, ao lado de Vavá, Sanchez, Albert, Ivanov e Jerkovic.

BRASIL 3:1 TCHECOSLOVÁQUIA (1:1)

Local: Estádio Nacional, Santiago. Público: 68.679 pagantes.

Árbitro: Nikolay Gavrilovich Latyshev (URSS). Assistentes: Robert Holley Davidson (Escócia), Leopold Sylvain Horn (Holanda).

Gols: Masopust, aos 15; Amarildo, aos 17; Zito (cabeça), aos 69; Vavá, aos 78.

BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Nílton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Amarildo e Zagallo. Treinador: Aymoré Moreira.

TCHECOSLOVÁQUIA: Schroif; Tichý, Novák, Pluskal e Popluhár; Masopust e Pospichal; Scherer, Kadabra, Kvašnák, Jelinek. Treinador: Rudolf Vytlacil. 

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