sexta-feira, maio 20, 2022
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Com show de tubos, Medina derrota havaiano em Pipeline e avança ao 3º round

Gabriel Medina segue vivo em sua jornada rumo ao bicampeonato mundial. Neste domingo, ele entrou na água na mítica praia de Pipeline, onde tornou-se o primeiro brasileiro campeão do mundo em 2014, para disputar a repescagem. Ou seja, só a vitória interessava. E ele não decepcionou. Encarou o forte surfista local Dusty Payne com intensidade desde o início da disputa e saiu vitorioso, garantindo a vaga na terceira rodada sob aplausos do público presente no Havaí. Com um show de tubos, o surfista de Maresias ficou com somatório de 15.33, sendo uma das notas um 9.00, a melhor da bateria, contra 8.50 do adversário.

– Foram vários dias sem campeonato, sem ter muito o que fazer, e a gente tem surfado, mas só isso também. Estou feliz de estar competindo de novo, com boas ondas. Está um pouco devagar, mas quando vem, vem boas ondas, então estou feliz de estar no round 3 agora. Eu estou tranquilo. Como falei para meus familiares, meus amigos, tenho que passar bateria, quero chegar na final nesse campeonato, não pensar em título mundial. Sei que tem grande chance. Mas gosto de trabalhar sob pressão. Já tive algumas baterias contra o Dusty, quando fui campeão mundial passei por ele no round 3, mas eu sabia que se me concentrasse e pegasse minhas ondas, daria tudo certo. Para mim todo campeonato é um campeonato novo, você pode fazer as mesmas coisas e tem vezes que vai dar certo, tem vezes que vai dar errado. Sempre tento melhorar – falou Medina, que estará na oitava bateria no round 3, ainda sem adversário definido.
Gabriel Medina pega bela onda e tira 6.33

Gabriel Medina pega bela onda e tira 6.33

Gabriel Medina pega longo tubo e tira outro 6.33

Gabriel Medina pega longo tubo e tira outro 6.33

Quando o cronômetro bateu 20 minutos faltando, os australianos Owen Wright e Ethan Ewing entraram na água para a segunda bateria da repescagem, que funcionou no sistema “overlapping”. Nele, as baterias acontecem de forma simultânea na água. Cada uma dura 40 minutos e, no meio deste período, começa a bateria seguinte. Além da prioridade entre os adversários de cada bateria, há prioridade para os surfistas que estão na bateria há mais tempo no mar. Tudo para recuperar o tempo perdido pelos laydays para que a janela em Pipeline seja cumprida.

Gabriel Medina pega mais um longo tubo e tira 9.00

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