domingo, maio 22, 2022
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Conmebol já anulou cartão de clube argentino, com Cruzeiro envolvido, e negou pedidos brasileiros; relembre

Cruzeiro vai reclamar formalmente à Conmebol e tentar anular o cartão vermelho dado a Dedé, na derrota por 2 a 0 para o Boca Juniors, na ida das quartas de final da Copa Libertadores. A iniciativa não é inédita no continente, mas o desfecho costuma ser o mesmo. Há, porém, um precedente.

Outros brasileiros, por exemplo, já tentaram mudar decisões de juízes com a entidade sul-americana nos últimos anos, só que nenhum teve sucesso – assim como o Nacional-PAR. A exceção é o San Lorenzo-ARG, que anulou uma expulsão em 2014 – em partida, curiosamente, contra o Cruzeiro.

Há quatro anos, o meia Leandro Romagnolli recebeu cartão vermelho por supostamente ter agredido Marcelo Moreno, na frente do árbitro Martin Vasquez. Após reclamação argentina, a Conmebol decidiu por anular a punição, liberando o atleta para a semifinal contra o Bolívar-BOL.

Os bolivianos, aliás, detonaram a decisão na época. “Nos sentimos muito prejudicados, preocupados e desiludidos. Infelizmente, o Bolívar não tem ninguém dentro da entidade que possa defender seus interesses, mas vemos que o San Lorenzo sim tem quem possa ajudar com o que acham importante, apesar de passar por cima do regulamento do torneio”, disse o presidente Guido Loayza.

Naquele ano, o San Lorenzo chegaria à final da Libertadores, para enfrentar o Nacional-PAR, que, por sua vez, chegou à decisão com o volante Marco Riveros suspenso, graças a um terceiro cartão amarelo recebido na volta da semifinal, em arbitragem do brasileiro Ricardo Marques Ribeiro.

A advertência, conferida já nos acréscimos do segundo tempo da partida, foi contestada na Conmebol, que rejeitou o recurso. A entidade citou o artigo 46 de seu regulamento disciplinar, que afirma que todas as ações tomadas pelo árbitro não podem ser revistas fora de campo.

Em 2016, foi a vez de o São Paulo reclamar, depois de ter o atacante Jonathan Calleri expulso após o apito final em empate em 1 a 1 com o Strongest-BOL, na última partida da fase de grupos do torneio daquele ano. Na ocasião, o argentino foi cercado por rivais e acabou recebendo o vermelho.

Por fim, na última temporada, o Grêmio também tentou anular um cartão amarelo dado a Walter Kannemann, que o tirou do segundo jogo da final da Libertadores, contra o Lanús-ARG. Os gaúchos usaram confrontaram a súmula do árbitro Julio Bascuñan com imagens do jogo, mas não adiantou.

Na quarta, Dedé foi expulso aos 29 minutos do segundo tempo, após subir de cabeça e acertar o goleiro Andrada. O árbitro paraguaio Eber Aquino tomou a decisão com o auxílio do VAR.

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