segunda-feira, maio 16, 2022
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Dani Bolina engata carreira no jiu-jitsu, ganha lutas no Mundial e diz onde quer chegar

Ela começou a carreira como modelo, fez bastante sucesso como ‘panicat’ no programa de televisão Pânico na TV, mas hoje é no tatame onde se cria. Estamos falando de Dani Bolina, que há pouco mais de duas semanas teve um desempenho de respeito no World IBJJF Jiu-Jitsu Championship, o mundial da modalidade, disputado em Long Beach, na Califórnia. Estreante em competições, ela chegou até a terceira luta e voltou ao Brasil com muita história para contar.

Em entrevista, Bolina, que namora Leandro Lo, um dos principais lutadores de jiu-jitsu do Brasil, falou sobre toda a transição que sofreu na carreira, apesar de ainda atuar como modelo, e também da experiência de ter feito sua estreia em uma das competições mais importantes do circuito mundial da modalidade.

Desde pequena Bolina sempre teve contato e gostou de acompanhar diferentes tipos lutas. Em Porto Alegre, onde nasceu, ela comecou a praticar boxe, depois quando veio para São Paulo passou a conhecer melhor sobre UFC por conta dos diferentes trabalhos que fez para o Pânico na TV, entrou para o muay-thai e no fim acabou convencida por um professor da sua academia a começar a treinar jiu-jitsu.

“Eu já gostava de luta, quando eu morava em Porto Alegre eu treinei boxe quando era mais nova, sempre gostei de esportes de contato, sempre achei muito legal. Daí eu vim para São Paulo, fiquei um tempo malhando e resolvi voltar para a luta. Comecei a fazer Muay-Thai e coincidentemente o meu professor é o mesmo que puxava o treino de Jiu-Jitsu na academia e ele sempre me chamava para treinar, me falava: ‘vem fazer jiu-jitsu, você vai dar certo nesse esporte, você leva jeito…’ e eu falava que não iria fazer Jiu-Jitsu, um bando de cara suado se esfregando um no outro, que coisa esquisita. Era muito estranho para mim, sabe? Eu gostava das porradarias, de sair na mão…mas aí eu fiz um dia, eu achei desafiador, interessante, porque é muita informação, ai eu pensei assim ‘nossa, é uma coisa infinita, então é legal’. Comecei a treinar, fui para a aula coletiva e depois de um pouco mais de um ano eu conheci o meu namorado e aí eu comecei a treinar na academia dele também, e na academia dele os treinos são para competidores”, contou Bolina sobre sua relação com as lutas.

No início a adaptação aos treinos não foi tão fácil assim como parecia. Acostumada com a musculação, Bolina teve que saber conciliar o jiu-jitsu no seu dia a dia, o que trouxe algumas consequências. Algumas delas nem um pouco agradáveis.

“É difícil você olhar para o seu corpo e de uma hora e falar ‘agora você é atleta’. Nessa preparação para esse campeonato que eu fui eu comecei a treinar Jiu-Jitsu na parte da manhã e musculação na parte da tarde, mas eu fiquei um mês doente, com febre, mal, porque o meu corpo ainda não estava acostumado com esse tipo de estímulo, mas agora ele acostumou graças a Deus e eu fico até estressada com o meu namorado seu eu não treino. Um dos dois eu tenho que fazer, eu tento conciliar na medida do possível”, revelou.

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