sábado, agosto 13, 2022
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Demian Maia: “Não posso escolher, mas agora é melhor mudar o estilo dos rivais”

Enfrentar em sequência wrestlers do calibre de Tyron Woodley, Colby Covington e Kamaru Usman seria, para muitos lutadores, um verdadeiro inferno astral. Mas essa foi a realidade de Demian Maia nas suas últimas três apresentações pelo UFC – com o agravante de ter aceitado fazer as lutas contra Woodley e Usman com poucas semanas de antecedência, o que atrapalhou muito a sua preparação. Por conta disso, a sua ideia é mudar o estilo dos seu adversários nas três lutas que faltam para o fim do seu contrato com a organização.

Demian Maia revelou que buscará adversários com estilos diferente dos seus três últimos rivais no UFC (Foto: Jason Silva)Demian Maia revelou que buscará adversários com estilos diferente dos seus três últimos rivais no UFC (Foto: Jason Silva)

Demian Maia revelou que buscará adversários com estilos diferente dos seus três últimos rivais no UFC (Foto: Jason Silva)

– Agora tenho mais três lutas em meu contrato e quero fazer as três lutas. É isso que eu penso agora. Tive três semanas de camp e me preparei o melhor que podia, vim porque queria muito estar no Chile no primeiro evento aqui. Nas três últimas lutas enfrentei os três melhores wrestlers da categoria, três “all-american”, e isso é muito difícil para mim. Meu jogo é sempre derrubar e tentar ganhar no chão. Saio com cabeça erguida e fiz tudo o que podia nas três semanas que tive para lutar com um dos mais duros rivais da divisão. Não preciso escolher nada, porque os três melhores são minhas últimas três lutas. Mas claro que agora é melhor mudar o estilo de adversário. Ao mesmo tempo, não tenho todo esse poder para escolher meu adversário. Não depende só de mim, mas do UFC também.

O brasileiro também deixou claro que, se o cinturão não é uma preocupação no momento, bater o recorde de finalizações do UFC – atualmente de posse de Royce Gracie – é um objetivo que deixaria Demian Maia muito feliz.

– Disputar o cinturão não é minha preocupação agora, com certeza. Se pudesse, já ficaria feliz de bater recorde de finalizações do UFC. Isso que eu queria, e conquistar mais algumas vitórias. Mas o principal foco não é o cinturão, é lutar essas três lutas o melhor que puder e ganhar. Lutei com três caras que são as lutas mais duras para mim na categoria: com o Woodley, que é o campeão; Colby, que vai disputar o cinturão interino; e Kamaru, que logo mais vais lutar pelo cinturão. Todos wrestlers “all-american”. Estou evoluindo lutando com esses caras, e quero fazer o melhor papel que puder nessas três lutas que me restam.

Kamaru Usman impôs a sua trocação e utilizou sua boa defesa de quedas para vencer Demian Maia no UFC Santiago (Foto: Mario Ruiz/EFE)Kamaru Usman impôs a sua trocação e utilizou sua boa defesa de quedas para vencer Demian Maia no UFC Santiago (Foto: Mario Ruiz/EFE)

Kamaru Usman impôs a sua trocação e utilizou sua boa defesa de quedas para vencer Demian Maia no UFC Santiago (Foto: Mario Ruiz/EFE)

Perguntado se cogitava uma volta ao peso-médio, categoria na qual iniciou sua caminhada no UFC, Demian Maia deixou claro que não considera essa hipótese, já que seu plano é de manter a forma física próxima à que tem hoje quando se aposentar.

– Me adaptei no meio-médio, claro que é muito mais difícil baixar para 77kg, mas não considero subir de peso porque especialmente depois que me aposentar vou continuar a ter uma vida regrada, com dieta. Não quero ser um daqueles lutadores que, depois de ser aposentarem, ficam gordos. Quero manter o mesmo estilo de vida.

Analisando sua luta contra Kamaru Usman, na qual foi derrotado por decisão unânime no UFC Santiago, Maia admitiu que o pouco tempo de preparação impediu que ele executasse a sua principal estratégia, que é derrubar os rivais para buscar a finalização. O cadenciamento do ritmo de luta foi a saída que o brasileiro viu para se manter vivo no combate até o fim.

– Claro que não teria como chegar 100% em três semanas, então não poderia fazer “double leg” todo o tempo, iria me cansar muito. Teria que ser mais inteligente e lutar com a cabeça, tentando fazer as quedas na hora certa. Ele tem mãos pesadas, então teria que estar vivo o tempo todo e sem me cansar jamais. Fiz uma luta mais cadenciada que o normal, porque sabia que com o camp que tive não poderia botar a pressão de takedowns todo o tempo.

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