quinta-feira, junho 30, 2022
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Deputado estadual pede ao MP investigação sobre terreno doado ao Inter para construção de CT

Ministério Público do Rio Grande do Sul recebeu nesta sexta-feira um pedido para investigar a doação do governo gaúcho ao Inter dos terrenos para a construção do CT de Guaíba, na região metropolitana de Porto Alegre. A solicitação para apurar uma suposta irregularidade partiu do deputado estadual Fábio Ostermann, líder da bancada do Partido Novo na Assembleia Legislativa.

O clube gaúcho garante amparo jurídico no acordo firmado com o poder público. O governo também afirma sua “absoluta segurança” nos termos do procedimento. O deputado solicita que seja apurada a diferença de mais de R$ 40 milhões entre a avaliação feita pelo Estado e a estimativa de uma auditoria contratada pelo Inter.

À época da doação, em julho de 2019, um laudo técnico preparado Departamento de Administração do Patrimônio (Deape) da Secretaria Estadual de Planejamento, Orçamento e Gestão, avaliou o terreno em R$ 16,6 milhões.

No entanto, o clube apresentou um valor dissonante em seu balanço patrimonial, publicado em seu portal de transparência. Conforme o documento, o terreno foi avaliado por R$ 56,93 milhões por uma consultoria contratada.

Projeto do novo CT do Inter — Foto: Hype Studio/DVG/Inter

A principal reclamação de Ostermann tem a ver com a contrapartida com a qual o Inter tem de arcar pela doação do terreno. Conforme o acordo, o clube é obrigado a desembolsar 20% do valor total da área e investir em melhorias para o Estado e na cidade de Guaíba.

Pelo acordo vigente, o clube tem de pagar R$ 3,32 milhões aos respectivos órgãos. O repasse saltaria para R$ 11,38 milhões conforme a avaliação da auditoria contratada.

— São duas hipóteses plausíveis: ou o governo subavaliou o terreno para diminuir a contrapartida, ou o Inter superavaliou posteriormente para inflar o balanço anual. Acreditamos que a contrapartida era baixa. Somos um Estado falido, que não paga servidores, não investe. Será que faz sentido doar dinheiro na prática para clubes milionários, casos de Grêmio e Inter? — indaga Ostermann 

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