terça-feira, maio 17, 2022
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Dupla Ba-Vi fatura como nunca, ‘irrita’ concorrência no mercado, mas ‘paga’ para jogar em 2017

Será um clássico especial.

Não apenas pela novidade com um setor destinado à torcida mista, mas também pela expectativa de que o confronto deste fim de semana seja apenas o primeiro de uma série que está por vir: outros cinco Ba-Vis estão confirmados em 2017 e existe a possibilidade ainda de mais dois acontecerem caso os clubes confirmem vaga na final do Campeonato Baiano.

É a cereja do bolo em uma temporada marcada pelo faturamento recorde de ambos os lados, com dinheiro em caixa e, ao contrário do que acontecia antes, ‘incomodando’ outros clubes no mercado.

Falta apenas um ingrediente nessa receita: a torcida.

Até o fim do último sábado, 28 mil torcedores estavam confirmados na Fonte Nova.

As duas equipes ‘pagam’ para jogar no estadual: enquanto o Bahia, mandante, acumula prejuízo de R$ 299.625 mil, o Vitória ficou R$ 49.082 mil no vermelho nas nove primeiras rodadas.

Na quarta-feira passada, o time tricolor visitou o Atlântico e, mesmo atuando no estádio Pituaçu, em Salvador, carregou público de apenas de 241 pagantes.

Em campo, estava o volante Matheus Sales, emprestado pelo Palmeiras.

A revelação alviverde de 21 anos desembarcou no Fazendão com a expectativa de ser titular e ganhar rodagem, mas é hoje apenas a quarta alternativa, atrás de Edson, Juninho e Renê Jr. e atua somente com o time reserva. Em sua chegada, ainda assim, ele esteve no centro de episódio que deixou o técnico Abel Braga, do Fluminense, irritado após perder a sua contratação.

“Tinha um jogador bem encaminhado que me surpreendeu. Ele poderia ter trocado uma BMW por um Audi, mas preferiu um Fusca”, disse em entrevista coletiva.

Próximo do técnico Guto Ferreira, com quem trabalhou no Inter, e outros funcionários, ligou posteriormente para se explicar

Não é difícil entender a cena: mesmo com público abaixo do esperado, o Bahia faturou R$ 7.283 milhões em janeiro de 2017, conforme o seu fluxo financeiro disponibilizado. No mesmo período em 2016, foram R$ 5.027 milhões. Hoje, possui R$ 12.808 milhões em caixa.

Entre as suas maiores receitas, os R$ 4.519 milhões recebidos em cotas de TV.

Ainda há a perspectiva de entrada do dinheiro pay-per-view no primeiro trimestre e negociação em andamento da TV aberta e PPV a partir de 2019 que podem gerar novas luvas.

O Vitória, por sua vez, entrou em 2017 com em torno de R$ 25 milhões nos cofres, conforme a administração anterior.

Perdeu o seu principal nome, Marinho, para o futebol chinês, mas investiu forte em nomes como Dátolo, Cleiton Xavier e Patric e ainda viu crias da base se afirmarem, caso de José Welison, David e Jhemerson.

O rubro-negro baiano acompanhou o seu orçamento chegar a R$ 83,4 milhões neste ano, quase o triplo do que faturava em 2011, R$ 34 milhões.

Promete voltar ao mercado antes do pontapé inicial da Série A. E, claro, fazer frente à concorrência.

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