segunda-feira, janeiro 17, 2022
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Entenda como o Corinthians superou problemas para vencer o Atlético-PR

empate já era ótimo negócio; a vitória foi presente daqueles que só times destinados a seres campeões recebem. O Corinthians jogou pouco e correu sério risco de ser derrotado pelo Atlético-PR na noite desta quarta-feira, na Arena da Baixada, em Curitiba. E venceu por 1 a 0. O placar foi responsabilidade direta de Walter, que defendeu pênalti de Nikão, e de Giovanni Augusto, o herói improvável que foi a campo no segundo tempo para fazer o gol da vitória.

Sem Cássio, Gabriel e Jadson (que já ficara no banco contra o Palmeiras), suspensos, o Corinthians teve problemas em todos os setores. E não por culpa dos substitutos: Walter foi salvador, Camacho esteve bem e Clayson, embora sem vitória pessoal, ajudou como foi possível na marcação.

Como ficou o Corinthians sem Gabriel e Jadson: Camacho ao lado de Maycon, Clayson na esquerda (Foto: Reprodução)Como ficou o Corinthians sem Gabriel e Jadson: Camacho ao lado de Maycon, Clayson na esquerda (Foto: Reprodução)

Como ficou o Corinthians sem Gabriel e Jadson: Camacho ao lado de Maycon, Clayson na esquerda (Foto: Reprodução)

O primeiro tempo foi de sustos. Com 15 minutos de jogo, seis bolas já haviam sobrevoado a área do Corinthians. Não era por acaso. A liderança do Brasileirão cobra seu preço, e a principal taxa é ser visado, estudado, dissecado. O Atlético-PR foi a campo sabendo como o Timão funciona; e sabendo que uma das raras fragilidades do líder é pelo alto.

A tática rubro-negra foi explorar os lados, inverter a bola o tempo todo e surpreender em lançamentos diagonais às costas dos laterais. Era uma forma de desestruturar um sistema bem distribuído. O Corinthians sofreu com essas jogadas. Na principal delas, foi salvo por Walter.

Aconteceu aos 31 minutos do primeiro tempo. Jonathan alçou para Nikão na esquerda, e o cruzamento do meia parou no braço esquerdo de Fagner. Pênalti. Veja o lance:

Pênalti! Nikão tenta o cruzamento, a bola explode no braço de Fágner, aos 31' do 1º tempo
 Gedoz solta a bomba na falta, a bola explode na trave, aos 19' do 1º tempo

Gedoz solta a bomba na falta, a bola explode na trave, aos 19′ do 1º tempo

Os problemas corintianos não foram apenas defensivos. Na frente, o time foi tímido. Faltou fluência ofensiva. Camacho, seguro como substituto de Gabriel, foi a origem do melhor lance: belo lançamento para Romero, que tentou encobrir Weverton. No rebote, Rodriguinho mandou na rede, por fora. Confira:

Romero tenta encobrir Weverton, no rebote, Rodriguinho chuta pra fora, aos 16' do 1º tempo

Romero tenta encobrir Weverton, no rebote, Rodriguinho chuta pra fora, aos 16′ do 1º tempo

No segundo tempo, quando sacou Clayson e apostou em Giovanni Augusto, Fábio Carille parecia escancarar as deficiências da equipe. Estava era decididindo o futuro do jogo. O meia recebeu pela esquerda e bateu cruzado. Rodriguinho atrapalhou Weverton, que aceitou: gol do Corinthians, gol da vitória. Veja:

Gol do Corinthians! Giovani Augusto bate cruzado e abre o placar aos 31' do 2º tempo

Gol do Corinthians! Giovani Augusto bate cruzado e abre o placar aos 31′ do 2º tempo

Depois do gol, o Atlético não conseguiu mais ameaçar, e o que o Corinthians viveu de pior foi a lesão muscular de Walter – substituído por Caíque.

O Timão teve maturidade para anestesiar o adversário e deixar o jogo correr. Era o que precisava fazer. Era a postura esperada de um time em vias de ser campeão.

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