quarta-feira, maio 18, 2022
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HomeCampeonato Baiano - Serie A"Esporte voltou para o fim da fila", lamenta diretor-geral da Sudesb

“Esporte voltou para o fim da fila”, lamenta diretor-geral da Sudesb

Diversas confederações olímpicas, atletas e treinadores têm utilizado as redes sociais para defender a campanha “O esporte tem pressa”, pedindo urgência na votação do Projeto de Lei 2824/2020 que prevê suporte financeiro atletas e treinadores. Segundo o diretor-geral da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), Vicente Neto, durante entrevista ao ‘Isso é Bahia’, na rádio A TARDE FM, na manhã desta quarta-feira, 10, o fato de precisar de uma mobilização mostra que o esporte deixou de ser visto como prioridade no país.

“Nós, com muito custo, há vários anos conseguimos colocar o esporte no começo da fila como uma pauta nacional. Mas neste momento o esporte voltou para o fim da fila. Não tem mais Ministério do Esporte, não tem mais políticas publicas nacionais de esporte e lazer”, comenta Vicente.

De acordo com o diretor da Sudesb, a construção deste Projeto de Lei e das mobilizações atuais se deram a partir de um fórum, em que gestores de esporte e lazer entraram em contato com o deputado federal Felipe Carreras (PSB-PE).

“Nossa expectativa é que a gente tenha, ainda essa semana, esta notícia boa [aprovação do PL] para o esporte brasileiro”, diz Vicente.

Projeto

O PL 2824/2020 prevê uma moratória de até 12 meses dos impostos federais aplicados a “pessoas jurídicas que atuem no setor esportivo” e que a receita bruta anual seja inferior a R$ 4,8 milhões. Com isso, os débitos seriam parcelados em 12 vezes a partir do 13º mês.

O projeto também prevê que “pessoas jurídicas que atuem no setor esportivo” não teriam corte no fornecimento de água, luz ou qualquer serviço de telecomunicação, mesmo que estes estejam inadimplentes.

A União também pagaria um complemento mensal de até um salário mínimo (R$ 1.045) aos profissionais do esporte que tiveram redução de rendimento médio para abaixo de dois salários mínimos. Com isso, atletas, paratletas, fisioterapeutas, técnicos, educadores físicos, árbitros, maqueiros, preparadores físicos, entre outros, seriam beneficiados.

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