terça-feira, maio 17, 2022
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F-1 foi ao Oriente em busca de dinheiro, mas asiáticos não querem mais pagar a conta

A saída do GP da Malásia do calendário da Fórmula 1 já a partir de 2018 pode ter causado surpresa. Afinal, o circuito de Sepang recebe a categoria desde 1999 e se tornou precursor nessa fase “asiática” implementada por Bernie Ecclestone.

Com a audiência na Europa caindo, a F-1 foi em busca de novos mercados e viu nos países emergentes do Oriente a melhor possibilidade de voltar à bonança.

Assim, além da tradicional prova no Japão, Malásia, Abu Dhabi (desde 2009), Bahrein (2004 a 2010 e agora desde 2012), Cingapura (desde 2008), Coreia do Sul (2010 a 2013), China (desde 2004) e Índia (2011 a 2013) se tornaram palco de GPs no século XXI.

No entanto, a forçada tentativa de abrir um novo eldorado para a categoria não tem sido bem-sucedida. Alguns fatores contribuíram para a falta de interesse – e dinheiro.

O problema sul-coreano, por exemplo, foi o local escolhido para a construção do circuito: Yeongam, a mais de 300 quilômetros de distância da capital Seul. O baixo público fez com que a corrida durasse apenas quatro edições; ainda houve uma tentativa de retorno em 2015, mas os organizadores – ainda com dívidas anteriores – declinaram.

Na Índia, o circuito de Buddh foi bastante elogiado pelos outros pilotos, mas as provas acabaram sendo chatas e não empolgaram para mais do que três GPs. Os organizadores também não aceitaram uma possível volta por considerarem a F-1 mais um entretenimento do que um esporte.

Agora, já surgem as primeiras informações de que outra etapa asiática pode sair: Cingapura. O custo para realizá-la é o empecilho, diz o site South China Morning Post.

Outro caso é o da China, palco do GP neste final de semana e em seu último ano de contrato. Assim que entrou no calendário, em 2004, um dos diretores do circuito internacional de Xangai disse: “A China não apenas sediará sua própria corrida de F-1 como terá seus próprios pilotos e equipe na Fórmula 1”.

A realidade, no entanto, é bastante diferente, com a China longe de ter um piloto e tampouco sem uma equipe. Além disso, o baixo público é outro fator preocupante – os espaços vazios nas arquibancadas até mesmo no GP são “marca registrada”.

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Lewis Hamilton no treino livre para o GP da China nesta sexta-feira
Lewis Hamilton no treino livre para o GP da China nesta sexta-feira

O grupo norte-americano Liberty Media, que assumiu o comando da categoria em 2016 e tirou Bernie Ecclestone do poder, pelo jeito não está muito disposto a forçar para que as corridas asiáticas sigam na programação.

Com Coreia do Sul, Índia e agora Malásia fora, a F-1 volta suas atenções novamente para a Europa com as prováveis voltas de Alemanha e França no próximo ano.

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