segunda-feira, maio 16, 2022
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Gerações dominantes: bases de Fla e Vasco apimentam rivalidade para o clássico

O início de temporada mostra diferenças entre Flamengo e Vasco, principalmente fora de campo. Enquanto o Rubro-Negro inicia a trajetória com um novo trabalho de Carpegiani, o clube de São Januário, com Zé Ricardo estabilizado, se reorganiza após desgastante processo eleitoral. Contudo, as duas equipes tem uma coisa em comum: a aposta na base.

A necessidade de recorrer aos garotos, que já se conhecem de categorias anteriores, apimenta o clássico deste sábado, às 17h (de Brasília), no Maracanã, pela 4ª rodada da Taça Guanabara, num duelo de gerações que encarantaram os torcedores.

De um lado, o Flamengo, de Vinicius Junior, estrela maior da badalada “geração 2000” rubro-negra; do outro, Evander, representante da “geração 98”, motivo de orgulho dos profissionais do Vasco.

Nos passos de Vinicius: cifras milionárias, 10 a 1 e espaço no profissional

Vinicius Júnior (Foto: Divulgação)Vinicius Júnior (Foto: Divulgação)

Vinicius Júnior (Foto: Divulgação)

Os 45 milhões de euros investidos pelo Real Madrid em Vinicius Junior são reflexo de um desempenho acima do normal na base. E o garoto teve a companhia de outras grandes promessas. Entre elas, Lincoln, artilheiro na base e, também com 17 anos, já incorporado ao profissional – deve ser banco de Felipe Vizeu no clássico.

A rivalidade, como todo bom Flamengo x Vasco, é intensa. Até por isso, um resultado em especial assusta: em 2016, na decisão do Carioca sub-17, os Garotos do Ninho fizeram 10 a 1 no placar agregado contra o rival, com direito a gol olímpico de Vinicius e artilharia de Lincoln.

– Essa geração 2000 foi realmente diferenciada, não podemos deixar de falar isso. É uma geração que ficou quase dois anos invicta. Já deu frutos… Vinicius (Junior), Lincoln, Patrick, muitos ainda a dar, a nível de seleção brasileira. Mas o trabalho é incessante (…) A gente está muito tranquilo hoje, sabíamos há três, quatro anos que quando chegasse a geração 98, 99, 2000 estaríamos muito bem – destacou Carlos Noval, diretor da base do clube.

Em 2017, novo domínio rubro-negro na categoria sub-17. Mesmo sem Vinicius Junior, que começou a temporada no sub-20 e logo chegou aos profissionais, a equipe levou o bicampeonato, com Vitor Gabriel, Wendel, Patrick e companhia, representantes da geração no tetracampeonato da Copinha, conquistado na quinta, contra o São Paulo, no Pacaembu.

Do goleiro ao centroavante: passeio na Colina e carinho da torcida

Vasco (Foto: Paulo Fernandes / Vasco)Vasco (Foto: Paulo Fernandes / Vasco)

Vasco (Foto: Paulo Fernandes / Vasco)

Sem condições de fazer grandes investimentos na base, o Vasco “abusou” da categoria de base em 2017 e ainda teve nela um respiro nas finanças. Douglas, um dos expoentes da geração, custou 13 milhões de euros ao Manchester City.

A garotada correspondeu e segue em alta com Zé Ricardo e, principalmente, com o torcedor. Neste sábado, Evander, Paulinho e Ricardo Graça são titulares na busca por uma reabilitação no estadual.

E os garotos, no ano passado, desfilaram sozinhos no sub-20. Contra o Flamengo, em São Januário, uma vitória imponente: 3 a 0 em São Januário, na semifinal da Taça Guanabara, com Vinicius Junior anulado e gols de Andrey e Paulo Vitor – opções para Zé no clássico.

– Essa geração 98 tem muitos atletas com potencial para jogar numa equipe principal do Vasco, como é o caso de alguns que já estrearam e mantiveram o movimento do ano passado. No momento mais difícil os meninos da base seguraram o rojão, caso do Mateus Vital, do Douglas, os primeiros a serem alçados ao time titular, e vieram Paulinho, Paulo Vitor, Andrey, Evander… Todos esses com potencial. E ainda temos o João, goleiro, exímio pegador de pênaltis, se destacou muito ano passado, o Alan (Cardoso), que já faz parte do profissional. É uma geração que o Vasco teve um carinho muito grande – afirmou Marcus Alexandre, que trabalhou com a geração nos sub-17 e no sub-20.

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