domingo, maio 22, 2022
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Guto elogia Marco Antônio e exalta o triunfo: “Fizemos um baita de um primeiro tempo”

A partida do Bahia pode ser dividida em dois tempos distintos. No primeiro, a equipe sufocou o Santos, criou boas chances e quase não sofreu na defesa. No segundo, o ritmo diminuiu, e o Tricolor esteve exposto aos contra-ataques do adversário. No fim, vitória por 1 a 0 com gol de Júnior Brumado no último minuto de jogo

Essa foi a avaliação que o técnico Guto Ferreira fez da partida, em entrevista coletiva concedida logo após a partida. Para ele, o Tricolor fez “um baita de um primeiro tempo”.

– Primeiro tempo, nós fizemos um baita de um primeiro tempo. O Santos praticamente não jogou no primeiro tempo. O Santos veio com a proposta de jogar no nosso erro. Não demos espaço para eles. O jogo foi passando. No segundo tempo, teve uma queda, que é normal, até pela intensidade que a gente vinha jogando. Os espaços começaram a clarear para o Santos. O Santos joga em transição, mas a nossa defesa trabalhou bem hoje, não permitindo que eles tivessem situações claras de gol. Douglas pegou bolas cruzada. O Bahia teve situações importantes, talvez não tão claras, mas teve competência de fazer o gol, principalmente. Não importa se foi no apagar das luzes. O que vale é enquanto o juiz não apita o final. Isso premiou nossa competência e a mentalidade de acreditar até o fim – afirmou.

Marco Antônio em ação contra o Santos (Foto: Felipe Oliveira/Divulgação/EC Bahia)Marco Antônio em ação contra o Santos (Foto: Felipe Oliveira/Divulgação/EC Bahia)

Marco Antônio em ação contra o Santos (Foto: Felipe Oliveira/Divulgação/EC Bahia)

– A saída de Marco Antônio é aquilo que a gente fala. Não sei se vocês notaram. Mas, no primeiro tempo, ele foi o melhor em campo, disparado. Ele começou bem o segundo [tempo]. Quando foi substituído, ele foi o segundo que saiu, ele já estava com o passe bloqueado, ele dava o passe, mas a bola não saía. Porque o raciocínio não acompanhava. Isso também é o domínio do corpo, mostra que ele estava cansado. É a experiência de administrar ali. Naquele momento, a gente optou por alguém mais descansado. A entrada de Allione, foi porque ele entrou no lugar de Zé. A troca do Brumado foi para ter referência com Edigar. E a gente não perder poder de ofensividade. O que o Marco Antônio mais deu nessa partida não foi criação, quebra de linha, e, sim, no último terço do campo dele, que foi bastante agressivo, nos ajudou bastante no primeiro tempo e em parte do segundo – opinou o treinador.

Guto também falou explicou as inversões de lado feitas por Marco Antônio e Zé Rafael.

– Ele criou também, do outro lado. Uma situação de você não acostumar o marcador com o marcado, o que tem que marcar. Senão, daqui a pouco, ele domina uma, duas vezes… Essas trocas a gente faz sempre. No segundo tempo, voltou o Marco Antônio na mesma situação de lado, e depois inverteram de novo. Ele estava criando pela direita e pela esquerda. E Zé buscando situações na esquerda e na direta. Situações de jogo. Não sou eu que determino. Eles têm a leitura, a busca deles, liberdade de fazer trocas entre eles. Às vezes, eu direciono. Nessa, deixei. Naquele momento, foi mais por eles estarem à vontade. O Zé buscar aqui, Marco ali. Mas acho que as trocas não alteraram a qualidade da equipe nem o jogo do Marco Antônio. Ele conseguiu criar pela esquerda e pela direita – disse Guto Ferreira.

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