Após a derrota para o Paraná fora de casa, que custou ao Bahia a eliminação precoce da Copa do Brasil, Guto Ferreira não conseguiu amenizar as críticas da torcida. As palavras do técnico, na entrevista coletiva, não convenceram.

Ao comentar sobre o jogo, o treinador enalteceu o adversário. “Um jogo como esse, não se pode errar. O Paraná foi competente. A defesa deles se fortaleceu e tivemos dificuldade de romper. Quando rompemos, não conseguimos fazer o gol. Eles jogaram na característica deles, de defender bem, e ter uma transição muito rápida”, disse.

Questionado sobre a manutenção do rodízio de jogadores, o comandante defendeu a opção e voltou a valorizar o time paranaense. “O rodízio serve para “N” situações. Para avaliar, para ver o que está acontecendo. Não é jogar vários jogos que faz diferença. A diferença se faz quando jogamos com boas equipes. Foi o caso de hoje aqui. O Paraná é líder do campeonato deles (Paranaense)”.

Guto saiu em defesa, também, de Lucas Fonseca. O zagueiro falhou no primeiro gol do Paraná, ao deixar Eduardo Brock livre para cabecear na área. “(Justificam a escalação) A maturidade dele, a estatura do time do Paraná. O Lucas vinha sendo seguro no jogo aéreo, mas teve essa infelicidade. Só erra quem está no jogo. Paciência”.

Por fim, ao responder sobre o assunto Juninho, preterido mais uma vez, o técnico foi curto e não justificou porque tem aberto mão do volante, destaque da campanha do acesso à Série A em 2016. “Nossa opção hoje foi por outros jogadores. Quando a opção for o Juninho, ele vai jogar, quando não for, não vai, como hoje”, encerrou.