Magrão, após 32º pênalti defendido pelo Sport: “Tinha que pegar”

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O torcedor do Sport acostumou-se a ver Magrão pegar pênaltis. Quando a bola vai para a marca da cal, a segurança toma conta do torcedor. O sentimento é de que o ídolo vai catar pelo menos um. Os números são expressivos: desde 2005 no clube, o camisa 1 chegou ao total de 32 cobranças defendidas. Uma média de 2,4 por ano. O último deles foi na vitória por 3 a 2, sobre o Palmeiras, no último sábado, pela Série A.

– Estávamos fazendo um grande jogo e, quando saiu o pênalti, pensei comigo: “Tenho de pegar o pênalti por meus companheiros, porque todo mundo correu muito”. Quando aconteceu o pênalti, quis ajudar e pude fazer a defesa.

O pênalti sofrido por Dudu, e batido por Keno, aconteceu no último minuto do jogo, contra o Palmeiras. Depois de defender mais um, Magrão agradeceu a comissão técnica.

– Foi um jogo difícil, aberto e sabíamos que a gente ia sofrer pressão, mas o time foi bem. Tivemos o controle em alguns momentos e em outros, não. No pênalti, procuro estudar os adversários e eu caí no canto certo. Pela quantidade que ele bate, a maioria é cruzado. Temos o pessoal da análise de desempenho que dá esse toque para nós e ajuda muito.

Magrão foi essencial na vitória do Sport (Foto: Flavio Florido/BP Filmes)
Magrão foi essencial na vitória do Sport (Foto: Flavio Florido/BP Filmes)

Magrão foi essencial na vitória do Sport (Foto: Flavio Florido/BP Filmes)

– Magrão estuda os cobradores, a análise de desempenho fala isso. Gilberto, preparador de goleiros, me disse que ia ser no lado direito e os jogadores do banco reforçaram. Aí chamei Marlone e mandei avisar, mas o mérito é de Magrão. Ele podia pular para aquele lado e não pegar o pênalti.

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