sexta-feira, maio 20, 2022
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Mancini revela apoio a Caíque, fala sobre “risco” de usar Neilton e celebra vaga

O Vitória eliminou o Internacional e se classificou às oitavas de final da Copa do Brasil graças, sobretudo, às defesas de Caíque e ao poder de decisão de Neilton [assista aos melhores momentos da partida no vídeo acima]. Depois de falhar no jogo de ida, o goleiro pegou duas cobranças na decisão por pênaltis; o atacante marcou o único gol de tempo regulamentar e foi o responsável por bater a última penalidade.

Na entrevista coletiva após o jogo, o técnico Vagner Mancini exaltou os dois principais nomes da classificação rubro-negra. Começando por Caíque, que conta com o apoio do elenco.

– O engraçado disso é que, quando acabou o último jogo, dois minutos após ele falhar, foi todo mundo em cima de Caíque e disse: “Isso acontece, vai acontecer novamente, mas você vai pegar os pênaltis em Salvador e vamos passar de fase”. É bacana quando você vê que um cara que falhou no primeiro jogo, foi lá e levou o Vitória a uma nova fase. Todo mundo erra na vida. Eu erro na escalação, erro nas substituições, os atletas erram em campo… Fico feliz que ele rapidamente, em uma semana, pôde devolver a torcida a confirmação necessária, que todo mundo aqui dentro tem nele – afirmou o treinador.

A escalação de Neilton surpreendeu a todos, afinal o próprio médico departamento médico rubro-negro havia vetado o atacante para o jogo. Mancini reconheceu que foi um risco escalar o atleta, mas que a decisão foi acertada, principalmente pela capacidade que o atacante tem de desequilibrar os jogos.

– Sobre Neilton, quando ele fez exame, lá atrás, há cerca de oito dias, eu tinha certeza que ele jogaria esse jogo. Então, tudo foi feito exatamente para isso. Foi um risco. Nós fomos para o risco. E quando você tem um jogo decisivo, e você arrisca, dá a impressão que tudo se vai dar certo, conspira a favor. Importante quando você arrisca e vê que deu certo. O Neilton poderia ter saído no primeiro tempo sentindo a perna, mas a gente tinha a confiança do atleta em passar a informação que ele estava bem, que queria jogar. Então eu jamais vou deixar de fora um jogador, mesmo que eu tenha que tirar com cinco minutos de jogo, que é o que falo aqui dentro do Vitória, e hoje estou externando isso. O jogador, em dúvida, se falar para mim que é ir para o jogo, nem que eu tenha que tirar cinco minutos depois. Mas não posso deixar de maneira alguma, fora um jogo um cara que tem sido o diferencial do Vitória de fora. Ele fez o gol de pênalti e fechou a bateria de pênalti. Acho que acertamos, assim como eu disse anteriormente, sobre erros. A gente erra e tem que passar por cima do erro e tentar novamente. Foi assim com Neilton, que felizmente deu certo – disse Mancini.

O adversário do Vitória na Copa do Brasil será conhecido nesta sexta-feira, em sorteio realizado na CBF. A equipe volta as atenções para a Série A, pois enfrenta o Atlético-MG no domingo.

Confira outros trechos da coletiva de Mancini.

Primeiro tempo
– O Vitória estava ansioso. Errando muitos passes, tentando jogar por dentro do campo, onde o Inter estava bem postado, tinha uma proposta de jogo muito definida para o contra-ataque. No intervalo, sentei e falei o que tinha que falar em termos táticos. O fundamental foi falar que a bola não podia queimar em nosso pé, até pela ansiedade de todos, porque sabíamos que o gol deveria sair.

Segundo tempo
– O time voltou mais frio. Errando menos, chegando mais, incomodou mais. O Vitória foi amplamente superior ao longo de toda partida e leva uma vaga merecidamente.

Time x torcida
– A torcida sabe que o Vitória tem um time que se entrega, que tem limitações, depende de cada grau de limitação. É um time que não se entrega. Hoje, tivemos algumas dificuldades, mas o time não desistiu, encontrou o gol de pênalti, se segurou. Fomos à disputa de pênaltis, onde o emocional fala muito alto. Há uma olhar emocional, uma força mental que tem que estar em campo.

Esse é o time ideal?
– Esse é o time ideal do momento do Vitória. A volta do William Farias foi precipitada. Ele não estava a ponto de voltar. Eu conversei com o atleta, que ele votaria ao ritmo de jogo em campo. Mesmo com certa dificuldade, ele vem evoluindo jogo a jogo. Esse é o time ideal no momento. Não sei se daqui a uma semana será.

Confiança em Caíque?
– Não tenha dúvida que, quando você está diariamente com os atletas, você vai vendo os sinais. Hoje é um goleiro muito mais maduro, que já aprendeu uma série de coisas. A partir do momento que ele amadureceu, eu vi que era momento dele entrar. Não quero dizer que no domingo ele não possa errar, porque isso acontece. Hoje ele foi fundamental. Ele fez um grande jogo. Errou no último lance. Mas ele merece o que tá acontecendo na vida dele.

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