terça-feira, maio 17, 2022
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Mancini revela dúvida sobre Caíque Sá e aponta provável dupla de volantes

Diferente do que fez na semana passada, quando revelou a equipe que entraria em campo já na entrevista coletiva, dessa vez Mancini deixou o mistério no ar. Mas não por estratégia para ludibriar o adversário ou algo do gênero. A poucos dias do duelo contra o Vasco, no Rio de Janeiro, o próprio treinador rubro-negro ainda não sabe qual time mandará a campo.

Foi o que ele revelou em entrevista coletiva concedida na manhã desta quinta-feira, na Toca do Leão, depois de comandar um treinamento fechado para a imprensa.

Dessa vez, eu ainda não tenho o time. Eu fiz alguns testes hoje, farei alguns sexta, alguns testes sábado, para que a gente possa encontrar uma equipe altamente competitiva, contra um Vasco que vem jogando muito bem, que evoluiu muito em termos táticos com o Zé Ricardo, por isso não posso adiantar o time. Não vamos encontrar muitas mudanças em relação aos últimos jogos, mas ainda não tenho o time – afirmou.

Umas das dúvidas está na lateral direita. Caíque Sá sofreu uma entorse no tornozelo e só foi realizar hoje o seu primeiro treino no campo, como revelou o treinador.

– Caíque já foi a campo hoje, já fez algumas coisas. Ainda há incerteza quanto a sua utilização, porque é uma entorse no tornozelo, que é sempre dolorida. Ele está bem melhor, evoluiu bem, mas ainda é incerta sua presença – disse Mancini.

A dupla de volantes está encaminhada. Sem Uillian Correia, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, a tendência é que o treinador escale Ramon e José Welison, dupla que treinou na última quarta.

– A tendência é que esses dois jogadores joguem. Zé já jogou muito com o Ramon, mas em outra função. Talvez apareçam juntos. São atletas que já se conhecem, estão há muito tempo no clube, e isso pode facilitar – ponderou o treinador rubro-negro.

Vitória e Vasco se enfrentam neste domingo, às 18h (horário de Salvador), no Maracanã.

Confira outros trechos da coletiva de Mancini.

Logística de viagens

Sabemos que a gente se depara com um momento difícil, não só pelos adversários, e pela maioria de jogos fora, o que não sei se é dificuldade ou facilidade em se tratando de Vitória. Mas são cidades longe de Salvador, então depende de uma logística, e já fizemos duas reuniões para saber o que é melhor, de voo, de estadia, de recuperação. Mas sabemos que esses jogos podem ser decisivos, então estamos encarando da melhor maneira possível, e eu tenho convicção de que a gente planejou bem.

Depender dos dois últimos jogos? Nem pensar…

Ganhar fora nessa fase é sempre mais difícil, porque os times estão mais arrumados do que estavam, embora também estejam desgastados, então há uma tendência de que todos estejam brigando por alguma coisa, por isso a pressão é maior. Mas há necessidade, e nós sabemos que o Vitória tem que se resolver no campeonato nessas cinco partidas. Nós não gostaríamos de maneira alguma de depender de Ponte Preta e Flamengo.

Sequência dura

Não é uma sequência fácil. Mas a melhor sequência do Vitória foi do Corinthians que era líder, Flamengo brigando por Libertadores, Botafogo brigando pelo G-4. São adversários poderosos, mais fortes do que o Vitória hoje, mas não adversários que o Vitória mostrou que pode fazer bons jogos, principalmente longe de Salvador, que tem sido uma tônica.

O exemplo de Zé

A gente usa diariamente junto aos atletas. A dificuldade que o Zé teve duas vezes no joelho, duas cirurgias, e eu acompanhei as duas. É um atleta muito identificado, e deu para perceber isso na hora que ele entrou em campo, a manifestação do torcedor, então tudo isso tem que jogar a favor do Vitória. Não só o fato de ele ter feito gol, mas usar o seu exemplo. E ter atletas que sabem o peso de cair para a Série B. Esses atletas que estão aqui sabem bem o que é jogar a Série B e jogar a Série A, então é importante usar esses atletas.

Liderança

Nesse último jogo, eu citava a liderança, o quanto é importante ter líderes na equipe, que saibam conduzir o elenco. Hoje, o futebol vive o momento de escassez desses atletas. Porque é uma nova geração, uma geração que está muito mais focada em outras coisas. A liderança normalmente é para ser diagnosticada com naturalidade. Mas, às vezes, você tem que correr atrás do líder e fazer com que ele se comprometa, e isso não é bom. Antigamente, a gente tinha líderes naturais, aqueles que eram donos do time, que exerciam sobre os outros uma influência positiva. Ainda é possível diagnosticar no futebol, mas você também precisa ir lá na base e formar esse tipo de jogador. Neste momento é fundamental, porque faltam sete jogos, e sabemos que temos que ganhar quatro. E não é fácil ganhar quatro jogos. Para isso, essa liderança tem que ser exercida dentro de campo. O cara não pode entrar em campo esperando que a solução venha do treinador, da torcida, da imprensa ou do sol. Ele tem que resolver o problema. Em cima disso, a gente comunica aos atletas que há necessidade de aflorar isso.

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