segunda-feira, janeiro 17, 2022
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Olho no adversário: as lições que o Vitória pode tirar dos dois últimos jogos do Inter

Com a obrigação de correr atrás do prejuízo contra o Internacional nesta quinta-feira para avançar na Copa do Brasil, o Vitória não pode mais se dar ao luxo de errar. Até porque um vacilo, por menor que seja, deixa o caminho do time, que já tem que a obrigação de vencer a equipe gaúcha, ainda mais difícil. E para evitar esses erros, o técnico Vagner Mancini tem a possibilidade de usar as experiências mais recentes do Internacional, tanto contra o Vitória, como diante do Bahia, para orientar os seus jogadores sobre o melhor caminho a seguir.

E, logo de vista, a primeira lição que o treinador pode tirar dessas partidas é: não inibir a participação ofensiva do volante Patrick é um risco grande para o sistema defensivo. Patrick é o ponto de desequilíbrio do Inter. Rápido e participativo, ele tem como característica a infiltração e finalização na área.

No jogo de ida, Patrick infiltra na área do Vitória para marcar gol (Foto: Reprodução)No jogo de ida, Patrick infiltra na área do Vitória para marcar gol (Foto: Reprodução)

No jogo de ida, Patrick infiltra na área do Vitória para marcar gol (Foto: Reprodução)

Na imagem acima, justamente no jogo contra o Vitória, é possível ver Patrick invadindo a área entre os defensores rubro-negros e atacando o espaço vazio. Foi daí que surgiu o primeiro gol do Internacional no jogo de ida. Na imagem abaixo, desta vez na partida diante do Bahia, pelo Campeonato Brasileiro, Patrick aparece mais uma vez infiltrando [confira imagem abaixo]. A finalização do volante não resultou em gol, mas mostra o senso de posicionamento do jogador.

Contra o Bahia, Patrick recebeu de D'Alessandro e finalizou para fora  (Foto: Reprodução)Contra o Bahia, Patrick recebeu de D'Alessandro e finalizou para fora  (Foto: Reprodução)

Contra o Bahia, Patrick recebeu de D’Alessandro e finalizou para fora (Foto: Reprodução)

Além de Patrick, um nome que demanda atenção obrigatória como arma do Internacional é o do argentino D’Alessandro. Aos 37 anos, D’Ale flutua em todos os lados do campo e s uma peça importante para a engrenagem na equipe gaúcha, mesmo quando bem marcado. Pior se deixado livre para criar. E foi assim que ele apareceu muitas vezes na partida contra o Bahia.

Na imagem abaixo, D’Ale recebe completamente livre de marcação na lateral e tem espaço para avançar e pensar a melhor jogada [confira imagem abaixo]. Essa troca de passes com Patrick acabou resultado em gol para a equipe gaúcha diante do Bahia.

D'Alessandro recebe com liberdade pelo lado direito e avança  (Foto: Reprodução)D'Alessandro recebe com liberdade pelo lado direito e avança  (Foto: Reprodução)

D’Alessandro recebe com liberdade pelo lado direito e avança (Foto: Reprodução)

D’Alessandro também tem participação importante em outro fundamento forte da equipe gaúcha: a bola parada [confira imagem abaixo]. Seja em cobranças diretas no gol ou em bolas levantadas, o argentino leva perigo sempre quando tem essa possibilidade. Os zagueiros Rodrigo Modelo, com 1,88 cm, e Victor Cuesta, com 1,87 cm, são procurados frequentemente pelo meia.

Bola parada é forte do Inter. Na imagem, seis jgoadores tentam aproveitar cobrança de escanteio de D'Alessandro (Foto: Reprodução)Bola parada é forte do Inter. Na imagem, seis jgoadores tentam aproveitar cobrança de escanteio de D'Alessandro (Foto: Reprodução)

Bola parada é forte do Inter. Na imagem, seis jgoadores tentam aproveitar cobrança de escanteio de D’Alessandro (Foto: Reprodução)

O primeiro jogo contra o Internacional também mostrou pontos de fragilidade do Inter que podem ser aproveitados ainda mais pelo Vitória. Como joga em casa e precisa marcar gols, é certo que o Rubro-Negro vai ter uma postura bem mais agressiva que apresentada na partida de ida. E, nessa situação, adiantar os jogadores para pressionar a saída de bola do Internacional é uma boa alternativa. E já se mostrou útil.

No jogo 1, o Inter errou a saída de bola em um dos raros momentos que o Vitória adiantou seus jogadores. Cercado de marcadores, Rodrigo Dourado vacilou uma inversão de bola que, mais adiante, resultou no gol de Denílson [confira imagem abaixo].

Vitória sobe a marcação e foça erro do Internacional (Foto: Reprodução)Vitória sobe a marcação e foça erro do Internacional (Foto: Reprodução)

Vitória sobe a marcação e foça erro do Internacional (Foto: Reprodução)

E, caso o Vitória consiga aproveitar esse ou outros lances, repetir a postura reativa da partida de ida, quando recuou todo o seu time e buscou manter o empate durante a maior parte do tempo, é uma estratégia arriscada. Com um adversário que tem jogadores com poder de definição tão grande, dar a posse de bola e o domínio completo do jogo, sem agredir, quase nunca resulta em coisas positivas.

Para avançar de fase direto, o Vitória precisa bater o Internacional por dois gols de diferença. Triunfo por apenas um gol leva a disputa para as cobranças de pênaltis. Os colorados jogam pelo empate.

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