sexta-feira, junho 24, 2022
BNR-728X90-RENOVACAO---SOCIAL
BNR-728X90-RENOVACAO---ILUMINACAO
BNR-728X90-RENOVACAO---PAVIMENTACAO
HomeBrasileirão - Serie APor que, pela história, o caminho do Botafogo em 2017 é o...

Por que, pela história, o caminho do Botafogo em 2017 é o mais difícil da Libertadores

Desacreditado no início da Copa Libertadores, o Botafogo vem fazendo história no torneio e enfrentando o que pode ser considerado o caminho mais difícil em busca do inédito título. Ao entrar em campo às 21h45 (de Brasília) desta quinta-feira,  equipe carioca terá diante de si o quinto campeão do torneio em sequência: o Nacional, do Uruguai. O confronto é pelas oitavas de final e será no estádio Parque Central, em Montevidéu.

Nunca na história da competição um time que ergueu a taça desafiou tantos outros campeões na campanha.

Até chegar às oitavas, o Botafogo teve de eliminar Colo Colo, do Chile, e o Olimpia, do Paraguai, nas fases preliminares. O primeiro foi campeão em 1991. O segundo em 1979, 1990 e 2002.

Na fase de grupos, o Botafogo encontrou outros dois campeões: o Estudiantes, da Argentina, tri do torneio (1968, 1969, 1970 e 2009), e Atlético Nacional, da Colômbia, bicampeão (1989 e 2016). Vale citar que o Barcelona, do Equador, outro membro do Grupo 1, foi duas vezes vice-campeão da competição: 1990 e 1998.

Adversário desta noite, o Nacional, do Uruguai, também tem uma camisa com muito peso na Libertadores. São três títulos do torneio (1971, 1980 e 1988) e três vices (1964, 1967 e 1969).

“Trata-se de um campeão, de um time de muita tradição, copeiro e que está acostumado a disputar a Libertadores. Vamos mais uma vez ter um grande oponente, porém, agora estamos cada vez mais cientes de nossa força. Não é nada fácil enfrentar o Botafogo, pois também nos entregamos muito em campo”, disse o atacante Roger.

Há 33 anos, o Independiente, da Argentina, erguia a taça pela sétima vez. Durante a campanha, enfrentou o Olimpia, do Paraguai, e o Estudiantes, da Argentina, na fase de grupos. Depois jogou com o uruguaio Nacional no triangular que definia um finalista e encarou o Grêmio (campeão no ano anterior) na decisão.

Em 1998, o Vasco encontrou com o Grêmio na fase de grupos e nas quartas de final. Também jogou com o Cruzeiro nas oitavas e eliminou o River Plate, da Argentina, na semifinal.

Já em 2004 o modesto Once Caldas, da Colômbia, foi uma surpresa. Encarou os argentinos do Vélez Sarsfield na fase de grupo. No mata-mata tirou Santos (quartas), São Paulo (semifinal) e Boca Juniors (final).

  • Possível recorde

Se chegar à final, o Botafogo pode entrar para a história enfrentando apenas campeões no mata-mata.

Nas quartas de final, poderia encarar o Grêmio. Na semifinal Santos ou Palmeiras. Na decisão, San Lorenzo, Atlético-MG e River Plate – considerando os campeões que ainda estão “vivos” no torneio.

Assim, totalizaria oito campeões da estreia até a decisão. Além de ser feito um inédito, faria com que a conquista botafoguense jamais fosse colocada em dúvida.

DIVULGAÇÃO BFR

Jogadores do Botafogo reunidos com a comissão técnica, em Montevidéu
Jogadores do Botafogo reunidos com a comissão técnica, em Montevidéu

 

  • Ficha técnica

 
NACIONAL-URU X BOTAFOGO-BRA

Local: Estádio Parque Central, em Montevidéu (Uruguai)
Data: 6 de julho de 2017 (Quinta-feira)
Horário: 21h45(de Brasília)
Árbitro: Julio Bascuñan (Chile)
Assistentes: Christian Schiemann (Chile) e Carlos Astroza (Chile)

NACIONAL: Esteban Conde, Jorge Fucile, Rafael García, Diego Polenta e Alfonso Espino; Diego Arismendi, Felipe Carballo, Álvaro González, Tabaré Viudez e Martín Ligüera; Kevin Ramírez. Técnico: Martín Lasarte

BOTAFOGO: Gatito Fernández, Arnaldo, Joel Carli, Igor Rabello e Víctor Luís; Rodrigo Lindoso, Bruno Silva, João Paulo e Camilo (Matheus Fernandes); Rodrigo Pimpão e Roger. Técnico: Jair Ventura

- Advertisment -
WhatsApp Image 2021-08-18 at 5.26.23 PM
Screenshot_3
549874643216798-4
f54459f1-2954-40f7-b3a6-7858147561ae
IMAGEM

Mais lidas