domingo, julho 3, 2022
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Real Madri, sete motivos que comanda a Europa de ponta a ponta

1 – Zidane

Página especial do Real Madrid

Desde que assumiu o comando de Real Madrid, em janeiro de 2016, Zinedine Zidane venceu as três edições da Uefa Champions League que disputou: 2016, 2017 e 2018. Com isso, virou o único treinador a vencer de forma consecutiva a maior competição de clubes do mundo.

Se não tem a mesma badalação e áurea de gênio tático de outros treinadores como José Mourinho e Pep Guardiola, Zizou soube controlar o vestiário merengue como nenhum outro.

2 – Banco que resolve

Por diversas vezes que mudou a equipe ao longo dos jogos, Zidane viu seus reservas decidirem jogos. Na final contra o Liverpool, ele colocou Gareth Bale no segundo tempo. O galês foi eleito o melhor jogador da partida, após marcar um golaço de bicicleta e outro em um chute que o goleiro Karius levou um frangaço. Também não foi incomum o contestado Karim Benzema, autor do outro tento merengue na decisão, esquentar o banco durante a temporada

3 – Camisa mais vitoriosa do mundo

Nenhuma camisa do futebol mundial é tão pesada a ponto de “entortar o varal” como a do Real Madrid. O clube merengue tem 13 títulos da Champions League em 15 finais disputadas. O Milan, segundo maior vencedor, tem 7. Além disso, são 6 edições do Mundial de Clubes, 2 troféus da Liga Europa, 33 títulos do Campeonato Espanhol, 19 Copa do Rei. Além das conquistas da Supercopa da Espanha e da Uefa.

4 – Base mantida

Desde o título da Champions League de 2016, o Real Madrid manteve praticamente a mesma base. Os poucos que deixaram o Santiago Bernabéu como James Rodríguez, Morata e Danilo eram reservas da equipe de Zidane.

O Real Madrid chegou ao ponto de ter exatamente a mesma escalação em duas finais consecutivas de Champions (2017 e 2018), algo inédito na história da competição: Keylor Navas; Dani Carvajal, Sergio Ramos, Raphaël Varane e Marcelo; Casemiro, Toni Kroos e Luka Modric; Isco, Cristiano Ronaldo e Karim Benzema.

5 – Espetacular média de gols de CR7

No tricampeonato da Champions League, o Real Madrid teve um protagonista: Cristiano Ronaldo. O português jogou praticamente todas as partidas em sua totalidade – inclusive quando elas iam para a prorrogação. Nesta temporada ele fez os 13 jogos completos da competição e marcou 15 gols.

Há apenas duas exceções, ambas na temporada 2015/16: nas oitavas de final, quando foi substituído no minuto derradeiro diante da Roma e na volta da semifinal, contra o Manchester City, quando não teve escolha e teve de vetá-lo do confronto por uma lesão muscular. Mesmo assim, fez 16 gols em 12 jogos. No ano seguinte, ele anotou 12 tentos em 13 partidas.

6 – City, PSG e Barça decepcionaram

O poderoso Barcelona ficou nas quartas de final após ser eliminado de forma vexatória para a Roma, que não era considerada favorita. Após uma vitória por 4 a 1 no Camp Nou, os catalães foram atropelados pelos italianos por 3 a 0 no estádio Olímpico de Roma.

Já o rico Manchester City, que quebrou vários recordes com o título da Premier League, parou também nas quartas para o Liverpool. O time de Pep Guardiola levou 3 a 0 em Anfield e não conseguiu reverter o placar quando atuou em casa.

7 – Erros de arbitragem

Nas quartas de final, um lance controverso decretou a classificação merengue diante da Juventus. Praticamente no último lance do jogo, quando o placar mostrava 3 a 0 para a “Velha Senhora”, o árbitro inglês Michael Oliver assinalou um pênalti de Benatia em cima de Lucas Vázquez. Por reclamação, o goleiro Buffon acabou expulso, e seu substituto, Szczesny, não pegou pênalti de Cristiano Ronaldo, que classificou os merengues à semifinal.

Mas as dúvidas com relação à arbitragem não pararam por aí… No Santiago Bernabéu, o Bayern de Munique precisava apenas de mais um gol para ir à final da Champions. Foi quando Kimmich tentou cruzamento da direita e Marcelo o cortou com os braços. O juiz nada marcou, gerando imenso repúdio dos atletas bávaros.

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