domingo, maio 22, 2022
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Recomeço de Gabriel de Jesus na Seleção Brasileira

A gente piscou e pronto, passaram-se quatro anos e chegou mais um ano de Copa do Mundo. Não vai ser no Brasil, mas, diferentemente do que aconteceu no último Mundial, nossa Seleção Brasileira está dando sinais mais fortes de que podemos sonhar mais alto com o famigerado hexa.

E tudo leva a crer que a nossa Confederação Brasileira de Futebol está acertando, não é? Com Tite à frente da Canarinha, pudemos ver uma evolução clara da equipe.

Temos um padrão de jogo mais claro, uma defesa mais estruturada (à prova de novos 7 a 1, esperamos), e, o mais impressionante: com boa parte do elenco que disputou a última Copa do Mundo.

Mágica? Não. É só dar espaço a quem sabe trabalhar, e investir em melhorias, em novas tecnologias, e esperar a chegada dos resultados. Parece simples, não é?

Mas nem tanto. Porque se fosse simples, a CBF teria a mesma postura com sua outra seleção principal, a feminina. Aliás, com o futebol feminino como um todo. E não abandonaria os novos projetos dois meses após implantados.

Explico: após a saída de cinco jogadoras da Seleção Brasileira (que se aposentaram depois da demissão da treinadora Emily Lima e o retorno de Vadão) e a manifestação de ex-atletas por melhorias na modalidade, a CBF resolveu criar o comitê de futebol feminino, que estudaria formas de aperfeiçoar e desenvolver o esporte no Brasil.

Participaram deste grupo ex-jogadoras como Sissi (baiana que  atualmente atua como treinadora nos Estados Unidos), Juliana Cabral, Márcia Tafarel e Formiga, dentre outras. Entre as principais reivindicações – de um total de 11 – estava a criação de uma diretoria específica para cuidar dos interesses das jogadoras.

Criado em outubro, o Grupo de Trabalho de Desenvolvimento do Futebol Feminino foi extinto pela própria CBF em dezembro, com apenas três reuniões realizadas.

Na portaria, assinada pelo presidente da toda-poderosa entidade, nenhuma justificativa para o fim dos trabalhos. E, mais uma vez, uma rasteira em quem pensava que o futebol poderia ter um pouco mais de equidade no Brasil.

Mas por que falar disso num ano de Copa do Mundo? Para que a gente lembre, toda vez que a nossa Seleção  Masculina entrar em campo, que também temos uma Seleção Feminina. Com jogadoras igualmente talentosas e que se esforçam demais para realizar o sonho que é viver de jogar futebol.

Ou, numa comparação mais simples: a CBF resolve demitir Tite, recontrata Dunga (de novo), Neymar, Gabriel Jesus e Daniel Alves pedem demissão da Seleção, ex-jogadores como Zico, Tostão e Romário fazem apelos junto à entidade para criar um comitê para melhorar o futebol no país e são ignorados. Chato, não é?

Ano novo, vida nova

Depois de quatro anos como repórter e nove meses como colunista, encerro minha passagem no A TARDE. Despedidas são difíceis e sem dúvida sentirei falta dessa ‘casa’, mas o momento pede por mudanças. Feliz 2018!

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