terça-feira, janeiro 25, 2022
BANNER_728x90px (4)
HomeDESTAQUESTítulos, gols, decisões: o lugar de Cristiano Ronaldo na história da Champions

Títulos, gols, decisões: o lugar de Cristiano Ronaldo na história da Champions

Se alguém ainda mantinha o argumento de que Cristiano Ronaldo em jogos decisivos, este sábado defintivamente erradicou esta tese. Mais do que o título da Uefa Champions League 2016-17, conquistado com a goleada do Real Madrid sobre a Juventus por 4 a 1 neste sábado, o português foi protagonista.

O camisa 7 chegou ao seu quarto título de Champions, juntanto-se a Clarence Seedorf, Lionel Messi, Gerard Piqué, Xavi e Andrés Iniesta na quinta colocação entre os jogadores que mais vezes ergueram a taça. Somente Paco Gento (seis títulos pelo Real), Paolo Maldini (cinco pelo Milan), Alessandro Costacurta (cinco pelo Milan) e Alfredo di Stéfano (cinco pelo Real Madrid) estão à frente.

Além disso, o quatro vezes melhor do mundo é o protagonista de um Real que tornou-se o primeiro bicampeão da Champions, desde que esta passou a ter este nome, em 1992-93. O último time que venceu o torneio de forma consecutiva havia sido o Milan em 1989 e 1990.

O protagonismo encontra boa parte da explicação ao se observar a artilharia, na qual Ronaldo habitou o topo nas últimas cinco edições da competições, um recorde. Até então, ele estava empatado com Messi, que fora o goleador em quatro anos seguidos (2008-09 a 2011-12).

GETTY

Cristiano Ronaldo chegou a 600 gols na carreira
Ronaldo chegou a 600 gols na carreira

Em 2016-17, ele chegou à final com um gol atrás de Lionel Messi e o superou ao marcar duas vezes e alcançar 12 tentos. Vale lembrar que em 2013-14 o astro estabeleceu o recorde de maior número de bolas nas redes em uma só Champions: 17.

Com marcas tão expressivas nos últimos anos, ele soma 105 gols no torneio, outro recorde na competição. Messi vem logo atrás com 94 tentos.

Ronaldo, que somou 600º tento na carreira neste sábado, ainda chegou a quatro gols em finais de Champions, igualando-se a Di Stéfano e Ferenc Puskás. O português também marcara na decisão de 2008, pelo Manchester United, que ganhou o título diante do Chelsea nos pênaltis após empate por 1 a 1. Nas penalidades, ele desperdiçou sua cobrança.

No ano seguinte, Ronaldo e United voltariam à decisão, mas seriam superados pelo Barcelona por 2 a 0. Das cinco finais de Champions que disputou, esta foi a única que o meia-atacante perdeu.

Já em 2014, ele marcou o último gol da vitória por 4 a 1 do Real sobre o Atlético de Madri na prorrogação. Dois anos mais tarde, ele passaria em branco contra o mesmo Atlético, mas converteria o pênalti que fechou a série e definiu o título dos merengues.

Desta vez, Cristiano Ronaldo calou os que ainda criticassem seu desempenho em jogos decisivos e fez sua melhor final pelo clube que mais vezes venceu a Champions na história.

“Eu dou a resposta em campo. A gente que me critica vai enfiar a viola no saco”, disse após a partida o melhor do mundo em 2016 – e possivelmente o melhor em 2017.

- Advertisment -
WhatsApp Image 2021-08-18 at 5.26.23 PM
Screenshot_3
549874643216798-4
f54459f1-2954-40f7-b3a6-7858147561ae
IMAGEM

Mais lidas